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Fecomércio-RS vai a Brasília defender aprovação da Reforma Trabalhista

17 de maio de 2017

Uma comitiva da Fecomércio-RS esteve em Brasília nesta quarta-feira, dia 17, na busca pela aprovação da Reforma Trabalhista. O primeiro vice-presidente Luiz Antônio Baptistella e o assessor parlamentar José Otávio Rodrigues estiveram com a senadora Ana Amélia Lemos e os senadores Paulo Paim e Lasier Martins.

Na ocasião, foi entregue ofício em que a entidade se posiciona favoravelmente à reforma, mas com a manutenção do imposto sindical, tendo em vista que as próprias alterações nas leis Trabalhistas preveem maior força aos acordos coletivos. Conforme o documento, os sindicatos permitem que acordos firmados entre empresas e empregados levem em consideração as diversas realidades regionais existentes no Brasil, o que justifica a manutenção de suas receitas. “E os resultados de tais negociações vão beneficiar tanto patrões como empregados”, diz o texto.

Na conversa com a senadora Ana Amélia Lemos, ela afirmou que já foi passada a hora de fazer alterações na CLT, que o país precisa desta atualização. No começo da tarde, Baptistella foi encontrar o senador gaúcho Paulo Paim, que demonstrou ser favorável à manutenção da contribuição sindical. O último encontro foi com o senador Lasier Martins, que sinalizou que a reforma ainda será debatida em três comissões do Senado. Para Lasier, a reforma é necessária tendo em vista termos uma legislação da época de Getúlio Vargas.  

No entendimento da Fecomércio-RS, a reforma, ao propor a valorização do negociado sobre o legislado, reforça a necessidade de um sistema sindical atuante e independente. A entidade acredita que trata-se de uma dicotomia ampliar a importância do sindicalismo e, ao mesmo tempo, aprovar uma medida que irá reduzir os recursos para o custeio de negociações trabalhistas. A Reforma Trabalhista trará efeitos benéficos para a economia brasileira, uma vez que as regras atuais regidas pela CLT são antigas e desatualizadas. A Fecomércio-RS lembra que o País necessita de uma reforma capaz de aprimorar o arcabouço das regras trabalhistas, de forma a garantir maior flexibilização nas negociações.

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