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Modelo de Santa Catarina no combate à pirataria é apresentado na Fecomércio-RS

13 de setembro de 2017

O presidente do Conselho Estadual de Combate a Pirataria de SC (Cecop), Jair Antônio Schmitt, foi o convidado da reunião desta quarta-feira (13) da Comissão de Combate à Informalidade da Fecomércio-RS. O Conselho foi criado em dezembro de 2009 e promove estudos e ações de combate ao comércio ilegal, sonegação fiscal e delitos contra a propriedade intelectual em Santa Catarina. Schmitt falou sobre a situação de Florianópolis e a forma como a pirataria invadiu as ruas, o que fez com que o poder público precisasse prestar mais atenção sobre a causa.

Passeatas e manifestações dos empresários foram o estopim para uma atuação mais assertiva no Estado. O impacto da pirataria, segundo Schmitt, vai além do social. “Para cada pessoa atuando na informalidade são cerca de dez vezes mais pessoas desempregadas por esse motivo. Precisamos ter uma maior consciência de nossas escolhas”, criticou o presidente, lembrando que muitas vezes os próprios representantes da lei têm dificuldades em enxergar esses crimes como sendo graves e muito danosos.

Através da atuação do Cecop, eles perseguem a missão de promover e coordenar políticas públicas e privadas de caráter educacional, buscando repreender as violações de propriedade intelectual. Assim, a educação e o debate podem gerar maior empatia da sociedade para a causa. Schmitt ainda citou o caso do camelódromo do Balneário Camboriú, que possui uma urgência na atuação, tamanha proporção que essas vendas ilegais possuem no município.

A reunião foi dirigida pelo vice-coordenador da Comissão da Fecomércio-RS, Daniel Amadio, que reforçou que a preocupação do Rio Grande do Sul é bastante similar ao Estado vizinho, e que precisa de uma maior adesão de todos contra a informalidade.

Crédito: Camila Barth