Notícias

Sonora Brasil Sesc movimenta Montenegro com grupo do Rio Grande do Norte

24 de outubro de 2018

(Foto: Pablo Pinheiro)

Com o objetivo de resgatar a memória da música brasileira, o projeto Sonora Brasil Sesc percorre o País todo. Assim, chegou a vez do grupo Coco de Zambê, do Rio Grande do Norte, se apresentar em Montenegro, no dia 18 de novembro (domingo), às 18h, na Estação Cultura (Rua Osvaldo Aranha, 2215). Tradicional no município de Tibau do Sul, litoral do RN, esse tipo de Coco é também conhecido como pau furado ou oco de pau, que é maior e mais grave, e o Chama, ambos construídos artesanalmente com troncos de árvores da região. Para esta atração o Sesc conta com o apoio da Prefeitura de Montenegro. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3649-3403, no site www.sesc-rs.com.br/montenegro na página www.facebook.com/sescmontenegro.

Dois tambores estão presentes na maioria dos grupos que praticam o Coco de Zambê, além deles outros instrumentos de percussão podem ser encontrados, inclusive a lata, usada pelo grupo. A música se caracteriza como um canto responsorial, puxado pelo mestre e respondido pelo coro de vozes, e a dança acontece numa roda que mantém ao centro os tocadores. Os brincantes se revezam reverenciando o tambor e realizando passos livres de grande energia que lembram movimentos da capoeira e do frevo. O grupo é formado por Didi (Djalma Cosme da Silva), Uzinho (Severino de Barros), Tonho (Antonio Cosme de Barros), Mestre Mião (Damião Cosme de Barros), Zé Cosme (José Cosme Neto), Kéké (Ckebesson da Silva), Pepé (Ederlan da Silva), Beto (José Humberto Filho de Oliveira). A classificação etária é livre.

Sobre o Sonora Brasil – O Sonora Brasil cumpre a missão de difundir o trabalho de artistas que se dedicam à construção de uma obra não comercial. A formação de plateia é o que se busca por meio do contato do público com a qualidade e a diversidade da música, estimulando o olhar crítico sobre a produção e os mecanismos de difusão da música no país. O projeto busca despertar um olhar crítico sobre a produção e sobre os mecanismos de difusão da música no país, incentivando novas práticas e novos hábitos de apreciação musical, promovendo apresentações de caráter essencialmente acústico, que valorizam a autenticidade sonora das obras e de seus intérpretes. Promovido pelo Sesc há 20 anos, já realizou 5.726 apresentações de 85 grupos, em mais de 150 cidades brasileiras, com um alcance de 600 mil espectadores.