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Fecomércio-RS lança campanha para a reabertura permanente do comércio

17 de julho de 2020

Entidade do comércio do Estado reforça que setor não é foco de transmissão

O comércio quer trabalhar. Este é o tema da campanha que a Fecomércio-RS iniciou nesta quinta-feira, 16 de julho, data em que comemorou o Dia do Comerciante. O objetivo é defender a retomada permanente do comércio e mostrar que as lojas de portas abertas não são focos da transmissão da Covid-19. “O governo precisa fazer a sua parte e fechar as atividades econômicas não é a solução. Famílias sem renda e sem condições básicas para sobrevivência também adoecem”, afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

A campanha será veiculada em várias mídias e apresentará, entre outras mensagens os comerciantes que estão perdendo seus negócios e funcionários para as medidas restritivas impostas pelos governos. “A economia gaúcha já destruiu mais de 120 mil empregos formais, e novas demissões virão. Problema ainda maior é que muitas empresas estão deixando de existir. E lembremos todos: são empresas que empregam”, alerta Bohn.

A Fecomércio-RS, desde o início da pandemia, promoveu diversas ações em prol da permanência das atividades econômicas. Contribuiu com os governos estadual e municipais com protocolos sanitários e de funcionamento, encaminhou ofícios ao governo estadual pedindo reavaliação sobre o fechamento do comércio nas bandeiras vermelha e preta, apoiou sindicatos em ações contra o fechamento indiscriminado das atividades, divulgou manifestos pela retomada da economia, além de participar ativamente do Fórum de Combate ao Colapso Econômico do RS.

O presidente da Federação também destaca as ações em prol das empresas, como o compartilhamento de estratégias de gestão financeira e de produtos, atualização e interpretação das normas de funcionamento do comércio, orientações sobre utilização de ferramentas trabalhistas, tributárias e creditícias implementadas pelos governos. Além disso, outras diversas ações institucionais demandando medidas mitigatórias dos impactos econômicos durante o período de crise para aliviar o caixa das empresas. “Os negócios não podem ser os únicos culpados. Por isso nossa campanha já está nas ruas, nas casas das pessoas. Fizemos nossa parte com responsabilidade e cuidado com a saúde de todos. O comércio quer trabalhar”, finaliza Luiz Carlos Bohn.