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Presidente da CNC recebe ministro da Economia, Paulo Guedes, na sede de Brasília

31 de agosto de 2021

O ministro da Economia e o presidente José Roberto Tadros almoçaram juntos e debateram pautas sobre o desenvolvimento econômico do País

O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), José Roberto Tadros, recebeu, nesta terça-feira (31) a primeira visita do ministro da Economia, Paulo Guedes, na sede da CNC em Brasília. O chefe da equipe econômica do Governo Federal conheceu, em outra ocasião, a sede do Rio de Janeiro, mas, desta vez, se reuniu com representantes do setor produtivo nas dependências da entidade na capital federal.

Além do ministro, participaram da reunião o empresário Guilherme Afif e o diretor-presidente do Sebrae Nacional, Carlos Melles. Tadros reconheceu a importância da reunião e da união de forças em prol do Brasil. “É muito importante que os setores público e privado estejam alinhados, que os representantes se encontrem com certa regularidade para alinhar as agendas, as estratégias para que possamos trilhar um percurso sólido para o desenvolvimento do País”.

Além da pauta do desenvolvimento econômico de maneira geral, os participantes também debateram pontos importantes como geração de emprego, renda, impulso no mercado internacional e a importância do comércio e do empreendedorismo no combate das desigualdades e da ascensão social dos brasileiros, além dos efeitos da pandemia sobre o Brasil.

“O comércio se mostra, mais uma vez, um forte motor para o Brasil. Nós fomos muito afetados pela pandemia da Covid-19, muitos estabelecimentos passaram por dificuldades, mas o setor procurou todas as formas de se manter como uma das principais atividades econômicas do Brasil e continua gerando emprego, ainda que haja toda a dificuldade provocada por este surto”, reforçou Tadros.

No último levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), apurado pelo recém recriado Ministério do Trabalho e da Previdência Social, mostra que os setores de comércio, serviços e construção geraram mais de 230 mil dos quase 2 milhões de empregos em julho.